A Copa do Mundo de 2014 no Brasil vai ser?

Sábado, 5 de Abril de 2008

Iron Maiden - SP 02/03/2008 - Inesquecível!!!

Os paulistas aguardaram por um bom tempo pelo grupo, já que desde o ano passado os ingressos começaram a ser vendidos e rapidamente se esgotaram. Não era para menos, uma vez que os sedentos fãs da Donzela poderiam acompanhar não uma turnê qualquer, que apresentaria o recente disco “A Matter of Life And Death”, mas um show especial, contando apenas com clássicos da banda. A inspiração foi o set do “Live After Death” somando músicas do “Somewhere in Time” e do “Seventh Son of a Seventh Son”.
Enfim, passaram-se os mais de três meses. Tarde de domingo ensolarada em São Paulo, dia 2 de março. O sexteto já havia causado frisson desde a chegada, dois dias antes, com Bruce Dickinson pilotando o Ed Force One, avião que está transportando a banda na “Somewhere Back In Time Tour”, e, no sábado, com um jogo de futebol em que só Steve Harris, baixista e fundador da banda, esteve presente. Mas isso era apenas um aperitivo. No domingo, um público de cerca de 40 mil pessoas lotou o Parque Antarctica para ver mais uma vez esta lenda do Metal.
Antes do êxtase, um tempinho para a banda de abertura, ninguém menos que a filha de Steve Harris, Lauren. Quem pensa que a garota começou sob as asas do pai se engana. Ela estreou em clubes londrinos e foi descoberta por um empresário que não sabia de sua origem, antes de passar a abrir os shows do Maiden – seu primeiro disco, “Calm Before the Storm” deve sair este ano. Bem, pode-se dizer que Lauren se esforça bastante no palco. A bela inglesa corre, balança os cabelos pretos, canta, faz caras e bocas e tudo mais. Infelizmente, em vão. Apesar de o instrumental ser bom, numa levada mais Hard Rock, seus vocais e letras não empolgam e fica aquela sensação de estar ouvindo uma música infantil, boba.

Apesar de Lauren ser fraquinha, tudo se encaminhava perfeitamente para o grande show. Até que, 15 minutos antes das 20h, o horário previsto, ela veio. E por ela pode se entender a chuva. Torrencial. Para quem estava no aperto, refrescou. Para quem estava tranqüilo foi hora de gritar para espantar o frio. Já os roadies tiveram bastante trabalho, tentando enxugar o palco.
A água não causou atraso. Bem na hora do show, já tinha parado e tudo estava liberado para, agora sim, encaminhar-se à perfeição. A parada da chuva foi exatamente quando “Doctor, Doctor”, do UFO, rolava nos PAs. Sinal de que tudo estava pronto. Com as luzes apagadas, um rápido documentário mostrou um pouco da atual turnê do Maiden, focando no Ed Force One, sob o som da instrumental “Transylvania”. Mas, quando a voz de Winston Churchill ecoou em seu tradicional discurso, todos sabiam o que esperar. Nada melhor para abrir o show do que “Aces High”, tal qual aconteceu no “Live After Death”. A faixa, uma das mais rápidas e pesadas da Donzela levou o público ao delírio. O difícil foi ver e ouvir a banda, já que a galera não parou de cantar e pular por um segundo.
No palco, seis cinqüentões: Steve Harris (baixo), Bruce Dickinson (vocal), Dave Murray, Adrian Smith e Janick Gers (guitarras) e Nicko McBrain, sendo que apenas Gers não estava naquela famosa série de shows. A energia não mudou desde aqueles tempo e parece que, por estarem tocando mais uma vez no Brasil, palco de seu maior público (300 mil pessoas no Rock In Rio de 1985, justamente na “World Slavery Tour)”, foi maior ainda que o normal. O sexteto esbanja animação, cada um à sua maneira. Com o palco molhado, quem se divertiu como uma criança foi Dickinson. O vocalista/piloto deslizava pelo palco, escorregando por ele com sua calça de retalhos, blusa de guerra e gorro.
Depois do primeiro grito “Scream For Me Brazil!”, respondido pelos 40 mil fãs encharcados no estádio, mais um clássico do “Powerslave”, que nunca falta nos shows, “2 Minutes to Midnight”. Antes disso, Dickinson brincou ao microfone. Para ele, todo aquele aguaceiro fora obra de deus “mijando” sobre São Paulo. “2 Minutes...” também levantou os fãs e os preparou para uma faixa que era esperada a tempos, “Revelations”, do Piece of Mind (1983). Esta música, simplesmente histórica, foi uma das que melhor mostrou como as três guitarras fizeram bem ao grupo. A mudança é discreta, mas numa faixa complexa como esta, Gers, Murray e Smith fazem um trabalho sensacional – à época do “Live After Death”, “Revelations” contava com Dickinson ajudando no dedilhado do refrão, dando uma de guitarrista. A qualidade do som, que só falhou algumas vezes no microfone de Dickinson, ajudou, deixando bem limpos todos os instrumentos.
Por falar na seção de cordas, nada mais bonito do que ver o trio de guitarristas reunidos à frente do palco com Steve Harris em “The Trooper”, que tem um dos trabalhos instrumentais mais destacados na discografia dos ingleses. O pano de fundo trazia a tradicional imagem de guerra, substituindo a imagem da atual tour, com três Eddies e temas egípcios, que estava desde o início. Dickinson se vestiu tal qual o “tropeiro”, balançando a bandeira da Inglaterra no espaço suspenso atrás de Nicko McBrain. Por falar no batera, é sempre impossível vê-lo atrás do seu gigante set (predominantemente azul), mas, pelo som, o músico de 55 anos ainda mostra que tem muita lenha para queimar. Detalhe: um cachorrinho “faraônico” era um dos elementos decorativos da batera de Nicko, um piadista de primeira.
No intervalo para a próxima música, Dickinson lembrou o primeiro Rock In Rio, explicando a paixão do Iron pelo Brasil. Já introduzindo a próxima música, disse que ela foi escrita quando eles nunca imaginavam que, duas décadas depois, ainda estariam se apresentando para grandes audiências. Era a deixa para uma das composições mais emocionantes do grupo, “Wasted Years”, do “Somewhere in Time”. A galera foi ao delírio, seja pulando na(s) pista(s) ou nas arquibancadas. É impossível não destacar Adrian Smith, autor da música e um ícone nas seis cordas, sempre com um solo perfeito para o momento, cheio de feeling.
E quando Harris e Murray ficam lado a lado e uma voz grave começa a ecoar no estádio, todos já sabem o que esperar. Era hora de “The Number of the Beast”, mais um clássico absoluto, em que sempre se destaca a guitarra de Murray e suas caras e bocas durante seus velozes solos. Dave, um verdadeiro braço-direito de Harris, distribuiu sorrisos e não aparentou se cansar de tocar a faixa depois de 25 anos. Se depois de três décadas de Iron Maiden os fãs acham que já viram tudo, um fato cômico estava por vir. Como o palco ainda tinha muitas poças, alguns roadies tentavam deixar tudo seco. Bruce simplesmente pegou o rodo da mão de um deles e começou a ajudar na limpeza e brincar – com certeza mais atrapalhou que ajudou os coitados, mas teria volta...
A primeira faixa do “Seventh Son...” foi “Can I Play With Madness”, sempre bem recebida. Até então, o show já se tornava histórico, mas tinha como ser ainda mais na próxima canção. Enquanto Dickinson discursava seriamente sobre a letra de “Rime of the Ancient Mariner”, relacionando-a com o aquecimento global, os roadies retornaram para secar o chão e o vocalista levou uma “enxugada” de dois deles antes de apresentar de fato a música.
Bruce Dickinson apareceu no fundo do palco com uma capa preta, sempre interpretando as letras, frente a um pano de fundo específico para “Rime...”, que fez do palco um navio. A complexidade e as linhas de guitarra e baixo provam a qualidade de Steve Harris. Se no palco ele dá o sangue, cantando todas as letras e “metralhando” os fãs com seu baixo, é principalmente nas salas de ensaio e no estúdio que Harris fez do Iron Maiden o que é. Tanto que assina este épico de 13 minutos, com uma das melhores letras, muitas variações e algumas das linhas instrumentais mais memoráveis da banda. Nem é necessário tentar explicar a reação da galera, que fez um show na parte central da música, lentinha, acendendo celulares e isqueiros e iluminando o Parque Antarctica. Nicko é que fez a festa neste trecho, já que é quando teve a oportunidade de “brincar” com o seu enorme gongo atrás da bateria.
Para completar o momento, “Powerslave” trouxe um mascarado Dickinson ao palco, tal qual acontecia há 23 anos. O que mudou neste tempo, por incrível que pareça, foi na qualidade. Os cabelos curtos e as rugas não escondem em nada que, com o passar dos anos, Bruce evoluiu muito como vocalista e, principalmente ao vivo, é bem melhor do que nos primórdios da banda. Os gritos e agudos parecem não dificultar a vida dele no palco, que segue fazendo suas traquinagens, pulando e correndo para todo canto e, claro, sempre instigando os fãs a gritarem. Falando em traquinagem, é o que mais se vê em Janick Gers, que mais parece um moleque do que um cinqüentão, ao fazer sua guitarra dar voltas no seu corpo, ou tocando o instrumento até com o cabo e solando sempre com elevada dose de displicência, como se fosse a coisa mais natural do mundo.
Já chegando ao fim do set, os sortudos que assistiam à banda puderam acompanhar outros mais sortudos ainda. Eram os roadies e pessoas premiadas por promoções que subiram ao palco para cantar o tradicional coro de “Heaven Can Wait”, iniciada no baixão de Harris. Como sempre, foi uma enorme festa, com o palco abarrotado. Em seguida veio “Run to the Hills”, que deu lugar a uma música dos anos 90 um tanto intrometida num set que abordou apenas os clássicos da década anterior. Mas tudo bem, era o clássico “Fear of the Dark”, uma espécie de bônus que o sexteto resolveu incluir na turnê. Mesmo com reclamações de que a música poderia dar lugar a outras mais raras, ninguém deixou de cantar as melodias regidas por Bruce, que ecoaram no estádio.
Para encerrar a primeira parte, nada melhor que “Iron Maiden”. O pano de fundo com a capa do “Somewhere in Time” já adiantava: era hora de Eddie brincar. E o mascote gigante entrou no palco com uma “arma” na mão e seu visual futurista, inspirado na temática do disco, e logo foi fazer graça com Janick Gers e Dave Murray.
Depois de uma pausa, o pano de fundo foi trocado, trazendo um Eddie mais misterioso. “Moonchild”, faixa que abre o álbum “Seventh Son...”, começou com uma brincadeira. Bruce começou a cantar e deixou para a galera, que completou. O vocalista se divertiu e repetiu a dose, com Murray no violão, e a música enfim seguiu. Presenteado com uma bandeira brasileira, Steve Harris a colocou sobre uma caixa de som, homenageando o país. O baixista introduziu a penúltima música, “The Clarvoyant”, do mesmo disco, que tem um refrão dos mais contagiantes, antes de outro mega-clássico colocar fim às duas horas de apresentação. “Hallowed Be Thy Name” despensa apresentações. Enquanto o quarteto de cordas mais uma vez se reunia à frente do palco, o restinho de energia que os fãs ainda tinham se esvaía na derradeira canção.
Vale lembrar das promessas de um emocionado Bruce Dickinson ao fim do show. Após elogiar o público e afirmar que foi uma grande noite, ele prometeu que em menos de um ano os brasileiros poderão assistir novamente à Donzela de Ferro. Para esta nova apresentação, a banda traria o set completo – maior que o desta vez e com direito a explosões – e que deve fazer parte da turnê do “A Matter of Life and Death”, que não passou pelo Brasil. Um a um, os integrantes deixaram o palco. Nicko, como de costume foi o último, pegando o microfone para agradecer aos presentes.
Depois de 23 anos da turnê que trouxe o Iron ao primeiro Rock in Rio, é visível que a banda só melhorou. Tal qual um bom vinho, amadureceu e com o passar dos anos cresceu a olhos vistos. Independentemente de a banda ainda compor e gravar, pela turnê ainda fica claro que os “golden years” de que fala “Wasted Years” não serão esquecidos pelos headbangers. Ainda faltou um pouco de coragem no set list. Faltou ousadia para colocar sons inéditos, como “Alexander the Great”, ou raros, como “Caught Somewhere in Time”, por exemplo. Mas nem com muito esforço Steve Harris e Cia conseguiriam fazer um show ruim.
2 de março marcou história em São Paulo. Os fãs antigos (como eu) puderam relembrar os melhores momentos da Donzela em versões até melhores do que as de antigamente, enquanto os novos, que nem tinham nascido no auge da banda, puderam saber qual é o peso do Iron Maiden num palco. Simplesmente histórico. E quem perdeu? Pois é, perdeu…
Set List:
Intro - Churchills Speech
1. Aces High2.
2 Minutes To Midnight
3. Revelations
4. The Trooper
5. Wasted Years
6. The Number Of The Beast
7. Can I Play With Madness
8. Rime Of The Ancient Mariner
9. Powerslave
10. Heaven Can Wait
11. Fear Of The Dark
12. Run To The Hills
13. Iron Maiden[bis]
14. Moonchild
15. Clairvoyant
16. Hallowed Be Thy Name
Formação:
Bruce Dickinson – vocal
Adrian Smith – guitarra
Dave Murray – guitarra
Janick Gers – guitarra
Steve Harris – baixo
Nicko McBrain – bateria
Up the Irons! Eduardo Dutra
*Obs.
A primeira e a última foto são minhas!!!!
As demais retiradas do site http://www.maidenportal.com/

JILÓ DELICIOSO E GELADINHO

PARA QUEM PREFERE SE REFRESCAR O SORVETE É A OPÇÃO CERTA. EM UMA LOJA, NA ZONA SUL DE JUIZ DE FORA, UM SABOR CHAMA A ATENÇÃO DOS CONSUMIDORES: JILÓ. A PROVA É GRÁTIS, DÁ PRA ACREDITAR? MARCELO DE ASSIS QUE É GERENTE DA SORVETERIA GARANTE QUE O SABOR EXÓTICO ALAVANCOU AS VENDAS E DISSE QUE QUEM EXPERIMENTA NÃO SE ARREPENDE. “O CLIENTE PROVA, GOSTA E DEPOIS INDICA”, GARANTE MARCELO.


O ECONOMISTA GUILHERME MAIA RESOLVEU TOPAR O DESAFIO, ELE DIZ QUE SEMPRE GOSTOU DE NOVIDADES NA CULINÁRIA, SEGUNDO ELE, CERTA VEZ EM UMA VIAGEM A PASSEIO RESOLVEU EXPERIMENTAR UM HAMBURGER DE JAVALI. GUILHERME SERVIU-SE DO SORVETE E AFIRMA QUE É UMA DELÍCIA. “ELES CONSEGUIRAM TIRAR O AMARGO DO JILÓ, É GOSTOSO ALÉM DE SER DIFERENTE”, COMPLETA O ECONOMISTA.


NA VERDADE NÃO IMPORTA QUAL O SABOR DO SORVETE. QUANDO O TERMÔMETRO COMEÇA A SUBIR, A ORDEM É SE REFRESCAR. LAURA DE CINCO ANOS DISSE QUE TAMBÉM GOSTOU DO SORVETE DE JILÓ, MAS NÃO TROCA O DE CHOCOLATE POR NADA.


Eduardo Dutra

Domingo, 11 de Novembro de 2007

Prefeito destaca importância da feira para crescimento da cidade

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Com expectativa de consolidação do crescimento do setor de vestuário e valorização da indústria local, a Juiz de Fora Marca Moda 2007 foi aberta na última quarta-feira (07) pelo prefeito Alberto Bejani, pelo presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Juiz de Fora (Sindivest), Vandir Domingos, e pelo presidente Regional da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Francisco Campolina.


De acordo com o prefeito, uma feira oficial em que a fabricação de seus produtos acontece na região traz expectativas de novos empregos e, conseqüentemente, aumento da renda no comércio e indústria local. Por outro lado, quando a cidade recebe feiras passageiras, que chegam repentinamente, com fabricações de outras regiões, Juiz de Fora não recebe benefício algum. “Temos que incentivar para que outras feiras como a Juiz de Fora Marca Moda aconteçam, com o objetivo de trazer muitos benefícios para a população”, afirmou Alberto Bejani.


A feira é a confirmação do crescimento do setor de confecções de Juiz de Fora, mostrando que na região se produz moda de qualidade. “Nosso objetivo principal é que a cidade recupere seu título de Manchester Mineira, voltando a ser conhecida por sua produção local, trazendo boas expectativas para Juiz de Fora”, confirmou o presidente do Sindivest, Vandir Domingos. A Juiz de Fora Marca Moda também foi destacada pelo presidente regional da Fiemg, que apóia oficialmente a feira. “O evento incentiva o industrial de Juiz de Fora a colocar sua mercadoria para os juizforanos e para a população da Zona da Mata, com o objetivo de conhecerem a mercadoria rica que fabricamos”, relatou Francisco Campolina.


A Juiz de Fora Marca Moda 2007 acontece entre os dias 7 e 11 de novembro, na Praça Antônio Carlos, com programação das 10h às 20h, com entrada franca. O evento é uma realização do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Juiz de Fora (Sindivest), com apoio institucional da Prefeitura de Juiz de Fora, Fiemg Zona da Mata e Sebrae.

Quarta-feira, 24 de Outubro de 2007

Estiagem causa contaminação por algas


Com uma estiagem prolongada, a vazão de água dos rios São Francisco e das Velhas atingiu níveis mínimos que combinado com a poluição, propiciou a contaminação por cianobactérias – algas azuis – liberando toxinas nas águas e deixando-as com uma coloração esverdeada.


O fenômeno do surgimento de algas azuis é monitorado desde 1996, porém este ano atingiu um nível considerado grave e a situação é de alerta. O governo mineiro determinou a proibição da pesca, nas regiões central e norte do Estado, tendo esta medida um caráter preventivo. Sendo a decisão regulamentada em uma portaria do Instituto Estadual de Florestas (IEF), publicada no diário oficial do Estado.


Amostras de peixes foram encaminhadas para análises na Universidade Federal Fluminense, que irão avaliar a presença de toxina das cianobactérias. O contato com as águas contaminadas pode provocar irritação na pele e sua ingestão, pode trazer complicações para o fígado, como hepatite tóxica e câncer. Nas unidades de saúde, próximas a população ribeirinha, foram registrados quadros de diarréia, vômitos e dores de cabeça.


A portaria interditou a pesca em 428 quilômetros no rio São Francisco e 200 quilômetros no rio das Velhas, até 1º de Novembro, quando tem início a piracema. O trecho em que a atividade pesqueira é proibida vai da região metropolitana de Belo Horizonte até o norte do Estado, na divisa com a Bahia.


Os pescadores ameaçam entrar na justiça cobrando indenização por danos materiais. Mas a portaria tem como objetivo acionar o governo federal, requerendo uma ajuda de custo para as famílias prejudicadas.

Quarta-feira, 10 de Outubro de 2007

Perfil do melhor "beijinho" da UNIVERSO


O Blog Radar de Notícias foi até a Universidade Salgado de Oliveira, conversar com o José Cloves Ribeiro Junior, 21 anos, estudante do 6º Período de Jornalismo. Comerciante do melhor quitute da universidade, quando entra na sala, o cheiro dos seus doces aguçam o paladar de todos os alunos. Na entrevista, ele fala sobre suas atividades, seus objetivos, sonhos, amores, ídolos, religião. E mais.... o segredo do sucesso da venda dos seus docinhos.



Radar de Notícias - Quanto ao Jornalismo em qual área você gostaria de atuar?

Cloves - Jornalismo Científico e jornalismo esportivo, são as áreas que mais me atraem.




Radar de Notícias - Em qual veículo de comunicação?

Cloves - Tv e jornalismo online.




Radar de Notícias - Qual é o seu signo?

Cloves - Sou virgem só no signo.




Radar de Notícias - Qual é o seu sonho pessoal?

Cloves - Cantar uma música junto com o grupo Barão Vermelho.




Radar de Notícias - Você toca algum instrumento?

Cloves - Toco violão, guitarra e baixo.




Radar de Notícias - Quais são seus ídolos musicais?

Cloves - Todas as bandas de rock nacionais dos anos 80.




Radar de Notícias – Qual é o segredo de tanto sucesso com a venda dos docinhos?

Cloves – O maior segredo dos meus doces são os beijinhos, com alto teor de doçura e simpatia.




Radar de Notícias - Qual é o seu sonho profissional?

Cloves - Ser repórter em rede nacional da copa do mundo de 2010, depois de muito esforço e dedicaçõ.




Radar de Notícias -Você pensa em constituir uma família, ter filhos?

Cloves - Pretendo me casar com minha atual namorada e gostaria de ter dois filhos, um menino e uma menina.




Radar de Notícias - Qual é a sua religião?
Cloves - Sou espiríta frequento a casa espiríta João de Freitas.




Radar de Notícias - Se você fosse para uma ilha deserta e pudesse levar somente uma pessoa e um objeto, o que levaria?

Cloves - Levaria meu violão e minha namorada Taise.

Sexta-feira, 5 de Outubro de 2007

O melhor do mundo, sempre!

Ingressos esgotam-se em 25 minutos .


Os ingressos para o show que o Iron Maiden fará dia 6 de fevereiro em Melbourne, Australia se esgotaram em pouco mais de 25 minutos, o primeiro dia de vendas de bilhetes normais (até então eram vendidos apenas bilhetes "gold" online). Os ingressos para a cidade de Sydney também se esgotaram com facilidade em aproximadamente 1 hora. Segundo o promoter Paul Dainty as vendas foram "fenomenais" e as filas foram as mais longas de que se tem notícia em anos. Dainty também afirmou que devido ao fato o Iron Maiden fará um show extra tanto em Sydney quanto em Melbourne, mas estes deverão ser os últimos compromissos marcados na Austrália devido ao tempo limitado que eles tem naquele país.


Veja como ficará a agenda da banda na Austrália:

04/02/2008 - Burswood Dome, Perth, Austrália

06/02/2008 - Rod Laver Arena, Melbourne, Austrália

07/02/2008 - Rod Laver Arena, Melbourne, Austrália

09/02/2008 - Acer Arena, Sydney, Austrália

10/02/2008 - Acer Arena, Sydney, Austrália

12/02/2008 - Entertainment Centre, Brisbane, Austrália


A próxima turnê do Iron Maiden, "Somewhere Back In Time World Tour", relembrará os "golden years" da banda quando foram lançados os álbuns Poweslave, Somewhere In Time e Seventh Son of a Seventh Son. São esperados mais shows entre fevereiro e março de 2008 e o Brasil tem grandes possibilidades de ser incluído nesta turnê. Se a banda vier aqui será a sexta vez que terei o imesnso prazer de ver um show da melhor banda de rock de todos os tempos.

O Iron Maiden foi fundado em 1977, pelo baixista Steve Harris, tendo lançado seu primeiro álbum em 1980, de lá pra cá foram 14 álbus de estúdio,e mais 7 ao vivos, não havendo em sua discogarafia fracassos de público e crítica.

Essas fotos foram tiradas por mim no primeiro show que eu fui do Iron Maiden em 1992, na turnê do álbum Fear oh the Dark

























Fica aí a expectativa então até março o Iron Maiden, desembarca no Brasil, mostrando mais uma vez que em matéria de shows esses cinqüentões ainda (e não terão) concorrentes. Up the Irons!

Quarta-feira, 3 de Outubro de 2007

Teclado ou arma?


Estamos assistindo a uma brilhante ascensão da tecnologia, que realmente nos fascina e encanta. São computadores de última geração, com teclados que têm design “ultra moderno” nos permitindo utilizar várias funções, otimizando nosso ‘tão precioso tempo’.


Mas todo este progresso é como uma “faca de dois gumes”, de um lado possibilitando a interatividade, a convergência das mídias, a globalização, porém, de outro lado, surge em detrimento da privacidade dos usuários.


Os invasores de sistemas – conhecido por hacker – estão utilizando o computador como uma verdadeira "arma de fogo" sendo os disparos efetuados por meio das letras que compõe o teclado, agindo de maneira destrutiva na vida das pessoas.


Com suas “mentes brilhantes” invadem o computador e captam senhas, efetuando posteriormente, roubos nas páginas de diversos bancos. Infiltram-se em sistemas de redes fechados ‘altamente seguros’ de grandes empresas, conseguindo informações sigilosas.


Acredito que só estaremos realmente seguros, enfrentando a “boa e velha” fila dos bancos. Xiiiii... pensando melhor, lá estaremos sujeitos a sermos 'literalmente assaltados', com uma arma de fogo... Pelo amor de Deus, cadê a nossa Segurança!?!?